﷯ folhacds 2 ANOS // 7 MARÇO 2017

OPINIÃO

 

Valeu a pena

- JOÃO PINHO DE ALMEIDA -

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Há dois anos, quando se repensou a comunicação do CDS, criaram-se projectos novos, mas também se revisitaram projectos antigos. Quando se quis reaproximar os militantes e simpatizantes do CDS da vida diária do partido não se inventou nada. Recuperou-se um projecto vencedor. Nos primeiros anos de vida do partido, a Folha CDS foi um instrumento decisivo de difusão da nossa mensagem política. Se, no âmbito da comunicação, os objectivos de há dois anos eram semelhantes aos objectivos dos anos 70 - chegar melhor a mais gente -, havia que actualizar um formato vencedor. Parece simples, mas não era assim tanto. Várias vezes o CDS tinha tentado voltar a ter uma publicação periódica, sempre sem sucesso.

Era esse o grande risco, fazer algo que não tivesse sequência. O risco era ainda maior quando se estava a utilizar uma “marca” histórica do CDS. Sabendo disso, reflectimos muito sobre como fazer uma Folha de sucesso no século XXI. A fórmula pode resumir-se em dois aspectos: conteúdos semelhantes aos dos anos 70 e plena utilização dos meios de comunicação actuais. No primeiro aspecto tem muita importância, por um lado, a actualidade das diferentes dimensões do partido, com notícias sobre os parlamentos, as autarquias e as estruturas e, por outro lado, os artigos de opinião, essenciais ao enriquecimento doutrinário do partido. No segundo aspecto avançou-se para edição on-line, com layout próprio e difusão multi-plataformas.

"Ao fim de dois anos o balanço é claramente positivo. A periodicidade foi cumprida, a fórmula resultou e foi havendo inovação nos conteúdos. Novas secções, como as “Conversas do Caldas” vieram para ficar e permitiram aprofundar o conhecimento de todos sobre os nossos dirigentes e militantes."

Ao fim de dois anos o balanço é claramente positivo. A periodicidade foi cumprida, a fórmula resultou e foi havendo inovação nos conteúdos. Novas secções, como as “Conversas do Caldas” vieram para ficar e permitiram aprofundar o conhecimento de todos sobre os nossos dirigentes e militantes.

 

Coube-me o privilégio de coordenar a comunicação no anterior mandato da direcção do partido e assim dirigir a Folha CDS no ano do seu regresso. Foi uma experiência única pelo desafio, pela extraordinária receptividade ao projecto e, especialmente, pelo empenho dos que nela foram trabalhando.

 

Quando passam dois anos sobre o relançamento da Folha, não posso deixar de agradecer ao Paulo Portas por me ter dado essa responsabilidade. Enalteço o extraordinário trabalho de todos os que foram passando pela equipa da Folha. E, por fim, desejo ao Adolfo Mesquita Nunes, actualmente com o pelouro da comunicação, o maior sucesso para o futuro de um projecto que melhora a cada edição.