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ADOLFO MESQUITA NUNES

VICE-PRESIDENTE DO CDS-PP

CDS, a primeira escolha

 

O Congresso de Lamego foi um momento marcado pelo debate de ideias, sereno e construtivo. Pela positiva. Com a energia e a persistência que nos caracteriza. Todos tiveram uma palavra a dizer e um contributo a dar. Nesta fase da vida do CDS devemos focar-nos na definição da estratégia a seguir, nas políticas que farão parte do caminho alternativo às esquerdas que ainda nos governam.

 

Com base nos valores de sempre, apresentaremos ao país (assim temos feito até agora) propostas que signifiquem uma melhoria na vida das pessoas. Desde a natalidade à família, da educação à saúde, do emprego à justiça, do ordenamento do território ao crescimento económico, o CDS tem feito diferente, tem ouvido, tem estudado, tem debatido e consequentemente tem apresentado alternativas. Muitas chumbadas pelo preconceito e o facciosismo. No Parlamento e fora dele, por esse país fora, o CDS está a ouvir e a agir.

 

Um CDS que está a crescer, unido, com uma atitude plural, sempre com espaço para o debate, a diversidade como um bem a valorizar. Estes dois últimos anos correram bem, assumimos riscos, ganhámos e merecemos cada vez mais a confiança dos portugueses. O CDS tem honrado a sua história e é capaz de transmitir esperança num futuro melhor.

 

Temos dois anos muito exigentes pela frente, desafios políticos relevantes para não dizer decisivos, eleições europeias, legislativas e as regionais na Madeira. Só com o esforço de todos, com espírito de missão, com cada um a dar o melhor de si, será possível fazer ver que o futuro de Portugal passa pelo CDS. Contamos com todos. Todos, sem excepção.

 

EDITORIAL

NACIONAL _
AUTARCAS _

 

﷯ folhacds 22 MARÇO 2018