// OPINIÃO ARTUR LIMA _ // O CDS é a alternativa ao socialismo

As propostas que o CDS apresenta na Assembleia Legislativa Regional dos Açores são conformadas pelos nossos princípios e construídas na convicção da justiça dos nossos valores.

 

Trazemos connosco, na nossa ação política, os valores da nossa juventude que não se resigna perante estágios e a precariedade. Trazemos connosco os valores das nossas famílias que, com esforço e sacrifício, constroem os seus projetos de vida e não deixam de acreditar num futuro melhor para os seus. Trazemos connosco os valores das nossas comunidades que, solidariamente, respondem às necessidades dos mais desfavorecidos e dos mais vulneráveis. Trazemos connosco os valores dos nossos trabalhadores e empreendedores que não desistem perante o falhanço das sucessivas políticas económicas socialistas. Trazemos connosco os valores de todos aqueles que, em liberdade, e no exercício da sua cidadania, contra a vontade de um poder político cada vez mais autocrático, continuam a exercer os seus direitos políticos e a contribuir para a construção do futuro das nossas ilhas e da nossa Região.

O CDS, em nome dos nossos princípios e dos nossos valores, tem conseguido, no parlamento açoriano que muitas das propostas que apresentamos sejam aprovadas por unanimidade. A garantia de transporte de doentes falecidos em tratamento no sistema regional de saúde, que acabou com uma injustiça para todos aqueles que perdem os seus familiares noutras ilhas ou fora da Região; a introdução de mais transparência nos concursos para a administração pública regional, que garante hoje mais igualdade no acesso à função pública regional e o alargamento do Programa Bento de Góis, que permite mais apoios para os nossos jovens na sua formação cívica e académica, são exemplos da determinação com que, em nome dos nossos princípios e valores e por um ideal de justiça, exercemos a nossa atividade parlamentar.

 

Perante um governo regional socialista que, à semelhança do governo da geringonça na República, tem como horizonte a narrativa em vez da verdade do diagnóstico e a competente solução, o CDS está, como sempre esteve, ao lado dos açorianos. Perante a autocracia de um governo alheado da realidade, continuaremos a afirmar a liberdade e a responsabilidade. Perante a soberba da maioria socialista, continuaremos, com convicção, a lutar pelos nossos ideais de justiça.

 " Vinte anos de governação socialista mergulharam os Açores na dívida e numa governação de contingência que hipoteca, a cada dia que passa, o futuro da Região. Torna-se assim imprescindível um novo paradigma de políticas públicas regionais que permita reverter a tendência galopante do endividamento de forma a garantir uma utilização racional dos recursos públicos disponíveis e o desenvolvimento económico e social da Região. "

Na defesa do direito à vida, na afirmação da família, na defesa dos nossos idosos e dos mais vulneráveis, nas políticas de juventude, no desenvolvimento das nossas ilhas e das nossas comunidades, na potencialização dos nossos recursos e na política do mar, o CDS estará sempre na primeira linha de defesa de todos os açorianos.

 

Vinte anos de governação socialista mergulharam os Açores na dívida e numa governação de contingência que hipoteca, a cada dia que passa, o futuro da Região. Torna-se assim imprescindível um novo paradigma de políticas públicas regionais que permita reverter a tendência galopante do endividamento de forma a garantir uma utilização racional dos recursos públicos disponíveis e o desenvolvimento económico e social da Região.

 

Foi nesse sentido que o CDS propôs a constituição da Comissão de Inquérito ao Setor Público Empresarial da Região. Focada no diagnóstico das políticas socialistas de endividamento e no contributo para novas políticas públicas responsáveis, a sua oportunidade ficou, desde logo, demonstrada ao obrigar o governo regional a anunciar, à pressa, uma reestruturação do setor que nunca demonstrou vontade de querer fazer.

 

O CDS é, assim, a oposição e a alternativa não socialista nos Açores.

 

Na saúde, exigimos o acesso real e atempado com o fim das listas de espera ao nível do terceiro mundo e mais equipamento disponível nos nossos hospitais. Na solidariedade, reforçamos as respostas sociais que o CDS conseguiu nos direitos sociais e que são hoje grandes conquistas da nossa Região.

Nos transportes, queremos que o escoamento dos nossos produtos seja uma realidade para que possamos alavancar o nosso setor produtivo, ao mesmo tempo que não prescindimos de colocar em primeiro lugar a mobilidade dos açorianos. No trabalho, pretendemos mais emprego com mais formação. Nas infraestruturas, queremos responder com mais coesão às necessidades das nossas populações. No turismo, alertamos para as consequências da massificação e defendemos que a concretização de uma rede regional de pousadas de juventude seja uma realidade. Na cultura, continuaremos a afirmar as nossas tradições e a nossa identidade. No ambiente, continuaremos a exigir a descontaminação dos solos e aquíferos da ilha Terceira e a afirmar o imperativo do desenvolvimento sustentável de todas as ilhas.

 

É com o nosso trabalho e com a competência das nossas iniciativas que o CDS se afirma cada vez mais em todas as nossas ilhas. À semelhança do que se passa por todo o nosso Portugal, aos nossos militantes de sempre, junta-se agora uma nova geração de militantes que trazem consigo os nossos valores de sempre, mas também uma nova atitude, uma nova energia e um novo querer que constituem, para os Açores e para Portugal, o prenúncio de um novo tempo político e de uma renovada esperança no nosso futuro.

 

O CDS é hoje um partido forte e renovado nos Açores que está preparado para enfrentar os desafios eleitorais que se aproximam.

 

Estamos certos que as próximas eleições europeias e legislativas constituirão um momento de afirmação do nosso partido e construiremos, todos juntos, com confiança, um novo ciclo político de progresso e desenvolvimento.

 

 

﷯ folhacds 29 OUTUBRO 2018