NOTICIAS > PAULO PORTAS EXIGE INVESTIGAÇÃO AOS PREÇOS EM 2007 E DUVIDA QUE DESCIDA DO IVA BENEFICIE CONSUMIDORES
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O líder do CDS-PP, Paulo Portas, duvidou hoje que a descida do IVA para 20 por cento tenha reflexos na redução dos preços e propôs que a Autoridade da Concorrência investigue a formação dos preços no último ano.

 

No debate quinzenal com o primeiro-ministro, Paulo Portas frisou que os preços de vários bens de consumo subiram no último ano muito acima da inflação e do custo das matéria-primas e defendeu que a Autoridade da Concorrência devia investigar para apurar eventuais irregularidades.

Na resposta, o primeiro-ministro frisou que a investigação da formação dos preços "já é uma competência" da Autoridade da Concorrência que "está a fazer o seu trabalho para impedir toda a cartelização e toda a combinação de preços".

 

O primeiro-ministro defendeu que "é uma obrigação que tem que ser posta no topo da sua agenda já que a descida do torna mais importante essa questão".

 

Paulo Portas acusou o primeiro-ministro de ter conseguido baixar o défice "à custa dos contribuintes", com José Sócrates a responder que o líder democrata-cristão sentia "ciúme político" por não ter conseguido resultados enquanto foi Governo.

 

"O défice em termos reais desceu 5300 milhões de euros. O aumento da receita fiscal e contributiva foi de 4132 milhões de euros em termos reais. O que significa que 77 por cento do esforço para reduzir o défice foi do contribuinte", afirmou.

 

Recusando "fazer uma vénia ao primeiro-ministro" pela descida do IVA, o líder do CDS-PP frisou que o Governo "subiu sete impostos e agora dá um bónus num deles".

 

José Sócrates defendeu que a descida do IVA de 21 para 20 por cento "vai ter um forte impacto na economia portuguesa".

 

A criação de um portal de preços dos bens de consumo para que os consumidores possam acompanhar a formação dos preços e comparar com a inflação foi outra proposta deixada por Paulo Portas para "garantir mais transparência".

 

O líder democrata-cristão levou ainda ao debate ao questão da indisciplina e violência nas escolas, questionando o primeiro-ministro se concorda com a obrigatoriedade de as escolas comunicarem às autoridades todos os ilícitos que ocorram, proposta pelo Procurador-Geral da República.

 

Sobre esta questão, o primeiro-ministro afirmou não "embarcar em demagogias nem no populismo".

 

Lusa


[28-03-2008]

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